11ª Mostra do Fomento à Dança – de 21 de novembro a 10 de dezembro

Começa hoje a 11ª Mostra do Fomento à Dança. A abertura acontece às 19h no Centro de Referência da Dança (CRD) com o Grupo os Escolhidos, integrada por imigrantes e refugiados da República Democrática do Congo. No decorrer dos das próximas semanas, de 21 de novembro a 10 de dezembro, a 11ª Mostra contará com muitas apresentações de diversos  artistas, grupos e Cias de dança da cena paulistana. Além das apresentações a Mostra contará com a Mostra de vídeo, com as Palestras e bate-papo, com o V Prêmio Denilto Gomes de Dança e com a X Mostra Lugar Nômade de Dança 2017, da Cia Corpos Nômades.

A Balangandança Cia. dentro da 11ª Mostra apresentará “Brincos e Folias” na EMEI Dona Leopoldina, dia 24/11 às 14h.

Brincos e Folias

Brincos e Folias

 

 

 

 

 

 

 

Acompanhe a programação completa:

PROGRAMAÇÃO | 11ª MOSTRA FOMENTO À DANÇA 
Abertura – 21 de novembro de 2017 
CRD – Sala Cênica | 19h | 90 min | livre
Os Escolhidos
O grupo Os Escolhidos, formado em 2014 por imigrantes e refugiados da República Democrática do Congo, apresenta seu repertório – em diferentes idiomas como lingala, kikongo, swahili, inglês, francês e português – de diferentes gêneros musicais como rumba congolesa, acapela, zouk e vários outros estilos da região do Congo.
Ficha técnica| Leonardo Matumona | Hidras Tuala | Bento Daniel | Muanda Tuala
22 de novembro de 2017
Funarte | 20h30 | 55 minutos | Livre
Fragmento Urbano | Encruzilhada
Encruzilhada é um espetáculo de dança sobre a atualidade, a ressignificação da ancestralidade, os espaços urbanos. Propostas de numa nova consciência corporal e política em movimento propõe um ato de resistência das periferias, dos mestres da cultura popular e do hip hop pouco reconhecidos.
Ficha técnica | Elenco: Douglas Iesus, Anelise Mayumi, Tiago da Silva, Luan Assis, Juliana Sanso | Produção: Leny Passos | Sonoplastia e Assistente de produção: Diego Castro | Imagens: Roger Cipó
22 e 23 de novembro 
Teatro Alfredo Mesquita | 20h | 60 min | Livre
Raça Cia. de Dança | À Flor da Pele e Novos Ventos
A coreografia À Flor da Pele foi criada em 2015 por Jhean Allex, em diálogo com os bailarinos intérpretes. A relação dos indivíduos com o trabalho, dinheiro, trânsito, relacionamentos, política e sociedade está cada vez mais por um triz. A obra é disparada com o contato de um indivíduo com o outro, que resulta na experiência do ser que é contrariado, e como ele reage a esta possível situação. A pesquisa coreográfica também expressa os quantos eu ́s podem existir em um mesmo ser, e o quanto queremos ocultar aquele eu que não queremos ser. Isto desestabiliza qualquer indivíduo racional, deixando as emoções a flor da pele. Após a fúria, o que nos resta é a fuga introspectiva. E você, já pesou o que te deixa a flor da pele? Já Novos Ventos, de 1999, com direção artística e coreográfica de Roseli Rodrigues, e trilha sonora de Erik Satie, é emoldurada por um outono, com vento e chuva de folhas secas no palco, compondo uma atmosfera que nos leva a outro lugar. Os bailarinos se dividem entre conjuntos, solos, duos e trios, desenhando todas as transformações, a nostalgia e o romantismo que a própria estação traz.
23 e 24 de novembro de 2017
Oficina Oswald de Andrade | 11h | 90 min | 16 anos
Jorge Garcia Companhia de Dança | Abertura de Processo Plano Sequência / Take 2 
Plano Sequência / Take 2 é dividido em três atos, e o público acompanha a narrativa sendo construída e pode assisti-la pelo que está enquadrado na grande tela, disposta no galpão de entrada do espaço, ou deslocando-se com os bailarinos, assistindo ao vivo a composição cênica.
Ficha técnica | Direção Geral e Coreografia: Jorge Garcia | Assistência de Direção: Irupé Sarmiento e Mariana Molinos | Criação e Interpretação: Giuli Lacorte, Jorge Garcia, Manuela Aranguibel, Mariana Molinos, Marina Matheus, Rafaela Sahyoun | Intérprete Convidado: Felipe Teixeira | Música ao Vivo – Bateria (Assessoria Técnica e Sonoplastia): Éder O Rocha | Provocação Artística: Heitor Dhalia | Produção Executiva: Bufa Produções – Aline Grisa | Assistência de Produção/ Produção de Campo: Bufa Produções – Sol Casal
23 de novembro de 2017
CEU Heliópolis | 20h | 50 Minutos | Livre
Núcleo Improvisação em Contato | Urban Feral – Work in Progress
“Feral” é o termo em inglês para nomear aquilo que não é domesticado. Esse é o ponto de partida da pesquisa do Núcleo Improvisação em Contato, que tem a direção geral e artística de Ricardo Neves e orientação dramatúrgica de Nita Little, uma das principais precursoras do contato improvisação nos EUA na década de 1970. Processo de pesquisa e criação, em que os intérpretes investigam a inteligência animal, seus processos mentais, sua corporeidade, seus estados afetivos e emocionais, para compor uma gestualidade que instiga a percepção do homem sobre si mesmo. Universos de sensações, das mais primárias e adormecidas, às mais sofisticadas. Reações e relações que se cruzam entre os corpos que geram conflitos, paixões e confusões. Nessa obra, a celebração é para o ‘ser animal’.
Ficha Técnica | Direção Geral e Artística: Ricardo Neves | Orientação Dramatúrgica e Coreográfica: Nita Little | Captação de Imagens e Vídeo maker: Silvia Carderelli-Gronau | Núcleo Artístico: Ricardo Neves, Dresler Aguilera, Ricardo Silva, Felipe Cirilo, OTilia Françoso, Marília Persoli e CristianoKarnas | Preparação Corporal: Sensei Igor Kogan (Aikido) | Designer de luz: José Silveira | Paisagem Sonora: Sandra Ximenez | Figurino:David Schumaker. | Cenografia: José Silveira | Registro fotográfico: Fabio Minagawa | Registro em vídeo: Daniel Lins de Carvalho | Direção de Produção: Solange Borelli – RADAR CULTURAL Gestão e Projetos | poio: Cooperativa Paulista de Dança, Espaço Vajra – Práticas de Autodesenvolvimento, CRD – Centro de Referência de Dança de São Paulo.
24 de novembro de 2017
EMEI Dona Leopoldina | 14h | 55 minutos | Livre
Balagandança | Brincos e Folias
A televisão explodiu. E agora, o que fazer? O jeito vai ser arregaçar as mangas e entrar na brincadeira, redescobrindo o corpo, o prazer de dançar e inventar movimentos. De uma pra outra, as brincadeiras-danças se desenrolam como em uma tarde de domingo… Entram em cena a amarelinha, o pega-pega, as bolhas de sabão, o vídeo-game, brincadeiras de bater palmas, entre outras. Experiências lúdicas resgatadas da infância de antigas e novas gerações, a partir da pesquisa de brincadeiras realizadas espontaneamente por crianças em diferentes locais da cidade de São Paulo. A Balangandança Cia. nesse seu primeiro trabalho Brincos e Folias, criado em 1997, convida o público mirim a entrar na dança, fazendo do corpo brinquedo e da brincadeira, dança.
Ficha Técnica | Concepção e direção: Georgia Lengos | Intérpretes criadores: Dafne Michellepis, Clara Gouvêa, Alexandre Medeiros, Anderson Gôvea | Criação Original: Dafne Michellepis, Anderson do Lago Leite, Lílian Vilela, Cristian Duarte | Figurinos: Balangandança Cia | Tubos: Washington Santana | Operação de som: Georgia Lengos
24 de novembro de 2017
Funarte – Sala Renée Gumiel | 20h30 | 50 minutos | 14 anos 
Cia Sansacroma | Sociedade dos Improdutivos
Em Sociedade dos Improdutivos, o questionamento central é a contraposição do corpo socialmente invalidado em oposição ao corpo socialmente produtivo. O primeiro é marginal, portador de algum tipo de loucura. O segundo é medicado, incluído e sujeitado ao modo de vida capitalístico – corpo explorado até o esgotamento das suas capacidades produtivas. Trata-se da invalidez da reprodução. Força invisível chamada de loucura, transcender coletivo. A não-adequação social produtiva. É solidão. É a história, um itinerário da loucura em fusão para um embate contra o capital. O controle ocidental contrapondo a corporeidade do imaginário africano. São vozes potentes, negras, de territórios e seus povoamentos. Um cotidiano dos que estão à margem e dos que não estão. São vozes da Sociedade dos Improdutivos.
Ficha Técnica | Direção e Concepção: Gal Martins | Intérpretes Criadores: Djalma Moura, Ciça Coutinho, Flip Couto, Érico Santos, Malu Avelar e Aysha Nascimento | Orientador de Pesquisa e Provocação Cênica: Rodrigo Reis | Orientador de Pesquisa de Campo: Rodrigo Dias |Assistente de Direção: Djalma Moura | Composição e Arranjos Musicais: Cláudio Miranda | Direção Musical: Melvin Santhana | Figurinos e Adereços: Mariana Farcetta| Concepção de Luz: Almir Rosa | Montagem e Operação de Luz: Piu Dominó | Preparação Corporal: Mônica Teodósio, Djalma Moura e Verônica Santos
24 e 25 de novembro de 2017
Em frente ao Theatro Municipal de São Paulo | 17h | 60 min | Livre
Cia Diversidança | Manifesto para outros Manifestos – Resistir dançando por alguns cantos…
O Manifesto para outros Manifestos – Resistir dançando por alguns cantos… é a primeira intervenção da Cia Diversidança, cuja proposta não quer apenas estabelecer uma relação com o espaço urbano/território, mas também que a vivência estabelecida possa trazer experiência não apenas estética, mas também simbólica para aqueles que transitam pela cidade. A intervenção é norteada por diversas perguntas, entre elas: Por que você dança? Quais as conquistas, lutas e perdas da dança? O que temos contribuído pra dança na cidade? A dança pode mudar o seu mundo? Qual é o papel do artista da dança na sociedade? Além disso, a intervenção reuniu depoimentos de diversos artistas que expressaram em contexto poético-político-social, convidados para relatarem partes de suas histórias, entrelaçadas com os dos próprios intérpretes da Cia Diversidança, seus relatos servem como ponto de instigação para que os transeuntes/espectadores possam compartilhar seus modos de ser, sentir e pensar a dança. O Manifesto para outros Manifestos – Resistir dançando por alguns cantos… É um convite para celebração e reflexão sobre a dança.
Ficha técnica | Direção Geral e Artística: Rodrigo Cândido | Assistência Artística/Ensaiadora: Daniele Santos | Preparação Corporal: Daniele Santos e Rodrigo Cândido | Produção Executiva: Junior Cecon | Assistente de Produção: Valéria Ribeiro | Preparação Corporal/Convidados: Begson Queiróz, Érika Moura e Luciana Bortoletto |Interpretes-Pesquisadores: Alessandro Saldanha, Cintia Rocha, Felipe Santana, Iliandra Peluso, Márcio Vitorino, Rodrigo Cândido, Rosângela Alves e Vinicius Borges | Trilha Sonora: Vitor Gonçalves | Operador de Som: Rivaldo Ferreira | Figurino e Customização: A Cia | Fotografia: Gabriel Gomes | Assistente de Fotografia: Mariana Rodrigues | Captação e Edição de Vídeo: Leandro Caproni | Arte de Divulgação: Rodrigo Cândido e Willian Santana | Artistas Residentes: Afonso Braga, Claudia Mantovani, Daniella Teles Sampaio, Eric Caue, Marcos Ramon, Roni Diniz e Ton de Mello | Depoimentos: Ana Bottosso, Andrea Soares, Andrey Alves, Cléia Varges, Cleber Vieira, Daniele Santos, Danilo Nonato, Felippe Peneluc, Lucimeire Monteiro, Ivan Bernardelli, Pedro Costa, Priscila Maria Magalhães, Nany Oliveira, Natália Siufi, Rivaldo Ferreira, Roni Diniz, Sandro Borelli, Silvana de Jesus Santos, Valeria Ribeiro, Vaneri Oliveira e Vinicius Francês | Agradecimentos Especiais: Bárbara Santos, Victor Almeida, Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo e Fábrica de Criatividade
25 de novembro de 2017 
CRD – Sala Cênica | 19h | 40 minutos | 14 anos
E² Cia. de Teatro e Dança | Afro Margin
Afro Margin é um espetáculo produzido pela E² Cia de Teatro e Dança, inspirado em uma série de desenhos do artista plástico britânico Chris Ofili, que produz obras relacionadas a questões da identidade negra, frequentemente empregando estereótipos raciais, a fim de desafiá-los. A reflexão sobre a margem é o princípio organizador desta construção cênica e resulta numa peça de dança em que a margem é o tema central – margens no corpo e margens no espaço cênico. Na pesquisa realizada por Eliana de Santana há mais de 20 anos, sempre com referência e inspiração em obras de artistas plásticos ou na literatura brasileira, investiga-se o lugar do sujeito anônimo, aquele que vive à margem e frequentemente não tem visibilidade. Em Afro Margin trabalha-se esta ideia de um corpo à margem, mas também um corpo na verticalidade, em suspensão, flutuante, que desaparece na ação.
Ficha técnica | Direção e interpretação: Eliana de Santana | Concepção de luz e espaço cênico: Hernandes de Oliveira | Trilha sonora: Loop B | Concepção de figurinos: Eliana de Santana | Produção: E² Cia de Teatro e Dança
25 de novembro de 2017 
Capital 35 | 20h | 45min | 16 anos
04 de dezembro  de 2017 
Casa de Cultura M´Boi Mirim |20h | 45min | 16 anos
Cia Fragmento | Movimento Compartilhado Eu Outro
Investigando o que vem chamando de Dança Depoimento, a Cia Fragmento de Dança invade, expõe e divide ambientes íntimos, não somente para falar de si, mas para tornar-se o outro. Foram vários procedimentos, todos com o intuito de perceber como arte e vida dizem uma sobre a outra e como memórias que nos constituem não são propriedades privadas.
Ficha técnica | Coreografia e Direção: Vanessa Macedo | Assistente de coreografia: Maitê Molnar | Intérpretes: Chico Rosa, Daniela Moraes, Diego Hazan, Maitê Molnar, Rafael Sertori e Vanessa Macedo | Luz: André Prado | Voz, violão e percussão: Daniela Moraes | Figurino: Daíse Neves e Cia Fragmento de Dança | Vídeos: Leo Lin e Chico Rosa | Fotos: Leo Lin | Preparação corporal: Rafael Carrion, Valéria Mattos e Vanessa Macedo | Designer gráfico: Gustavo Domingues | Produção Executiva: AnaCris Medina
26 de novembro de 2017
Av. Paulista, altura do nº 491 – Próximo à saída do metrô Brigadeiro (Caso chova, não haverá apresentação) | 11h | 50 minutos | Livre
Dual Cena Contemporânea | Chulos
Três Reis Magos peregrinam pelo mundo e profetizam o nascimento de um novo rei. O mundo, porém, não acredita mais em profecias e, no meio da indiferença e da desesperança, os três magos testemunham o inusitado: o nascimento de palhaços que celebram e protegem o nascimento do novo. Um novo poderoso porque inocente, porque coletivo, porque expressão de todos os sonhos e utopias. Um novo que renova o mundo. Chulos encontra inspiração na Folias de Reis para revelar fragilidades sociais escondidas sob o esplendor das festas populares brasileiras.
Ficha técnica | Concepção e Direção: Ivan Bernardelli | Elenco: Diogo de Carvalho, Flávia Teixeira, Hélio Feitosa, Ivan Bernardelli, Junior Gonçalves, Kleber Cândido, Mônica Augusto | Orientação Dramatúrgica: Luís Alberto de Abreu | Assistência de Direção: Mônica Augusto | Direção e Preparação Musical: Lincoln Antonio | Produção: Solange Borelli – Radar Cultural
26 de novembro de 2017
Cristian Duarte em Companhia | Lab-performance: O que realmente está acontecendo quando algo acontece?
Este trabalho é resultado do Lab realizado entre 21 e 25 de novembro e o local e horários serão definidos e divulgados posteriormente nas redes sociais | 70 minutos | Livre
O Lab e a Performance do campo de pesquisa Ficções Químicas/Dramaturgias Táteis, dirigidos por Cristian Duarte, tem como foco reverberar empatia, vibrando entre engajamento físico sincero e falso, ou ainda, perseverando por uma representação sincera. O trabalho é fundamentado em uma gargalhada muda coletiva em contato com as indignações geradas pelas pequenas e máximas humilhações que seguimos experienciando diariamente no ambiente que construímos e vivemos. O que realmente está acontecendo quando algo acontece? Busca tensionar as relações entre os corpos e as coisas, apontando para o riso, e o espelhamento neuronal que ele desencadeia, enquanto vetor político para problematizar o que existe entre contexto-artista- público-instituição.
Ficha técnica | Direção: Cristian Duarte | Performers: Aline Bonamin, Allyson Amaral, Clarice Lima, Denise Melo, Felipe Stocco, Fernanda Vinhas, Júlia Rocha, Leandro Berton, Mayra Azzi, Patrícia Árabe, Paulo Carpino, Teresa Moura Neves, Tomás de Souza. *** (Outros artistas que participarão do Laboratório integrarão o elenco da performance no dia 26/11) Dramaturgia: Cristian Duarte, Bruno Levorin e Júlia Rocha | Realização: Lote#5
26 de novembro de 2017
Espaço Kasulo | 20h | 40 minutos | Livre
Silvia Geraldi Cia de Dança | Ensaio sobre as pequenas distâncias, estudo para o infinito #3
Pequenas histórias do dia a dia. De proximidade e distanciamento. Que nos ligam a pessoas, mas também a um território, cidade. Ambiente partilhado com outros. Histórias de lugares que se tornam histórias pessoais. Grafias da cidade no corpo. Pedaços de memória. Corpo que se cristaliza em espaço. Espaço de ação. Do perigo de se contar uma única história.
Ficha técnica | Coordenação geral Silvia Geraldi e Marisa Lambert | Criação e interpretação Marisa Lambert e Silvia Geraldi | Artista colaboradora Kenia Dias | Trilha Sonora Ricardo Garcia | Figurino  Rogério Romualdo | Projeto de luz André Boll | Espaço cênico Bia Limongelli | Preparação corporal e assistência Cora Laszlo | Foto e Design Gráfico Clarissa Lambert | Produção Dionísio Produção – Cristiane Klein
27 de novembro de 2017
CRD – Sala Cênica | 19h | 45 minutos | 12 anos
Cia Mariana Muniz de Dança e Teatro | Fados e Outros Afins
Um mergulho nas águas, paisagens e palavras luso-brasileiras e um convite à escuta dos fados portugueses e cantores brasileiros. Com Fados e Outros Afins, a bailarina e atriz Mariana Muniz, sob a direção de Maria Thaís, faz uma imersão em suas origens de brasileira e nordestina, numa dramaturgia concebida a partir de seu corpo, como uma viagem poética de Lisboa a Recife.
Ficha técnica | Direção geral e Criadora-Intérprete: Mariana Muniz | Direção Artística: Maria Thaís | Assistente de Direção, Cenografia e Fotos: Cláudio Gimenez | Dramaturgia: Murilo de Paula e Carlos Avelino de Arruda Camargo | Trilha sonora: Divanir Gattamorta | Figurinista: Chris Aizner | Desenho de luz: Aline Santini | Cenografia:Julio Dojcsar e Rogério Santos | Operação som: Luciano Renan | Coordenação de Produção: Rafael Petri (MoviCena Produções)
27  e 28 de novembro de 2017
Espaço Caleidos | 20h | 45min | 10 anos
Grupo Zumb.boys | Ladrão
Ladrão é uma reflexão sobre o comportamento humano, um impasse dos momentos racionais e irracionais, impulsionados pela emoção. São dois desejos em um só corpo. A racionalidade que trama, entrelaçada com a irracionalidade de fazer algo fora dos padrões da “normalidade”. Tudo se origina na mente, que governa todas nossas ações – criatividade, engenhosidade, medo, potencial, lealdade, entusiasmo, emoções e sentimentos.
Ficha Técnica | Direção Geral: Márcio Greyk | Intérpretes Criadores: Danilo Nonato, David Xavinho, Eddie Guedes, Márcio Greyk, Guilherme Nobre e Igor Souza | Assistente de produção: Rafi Sousa | Produtor Executivo: Kelson Barros.
28, 29 e 30 de novembro de 2017
Espetáculo de Rua – Rua XV de Novembro X Rua do Tesouro, no centro de São Paulo | 15h30 | 60 Minutos | Livre
…Avoa! Núcleo Artístico |Solos de Rua – Atamento 1: Coisa
Solos de Rua – Atamento 1: Coisa baseia-se no manifesto As Embalagens, do encenador polonês Tadeusz Kantor (1915-1990). Trata-se de um jogo coreográfico no qual quatro dançarinos e uma grande lona plástica se afetam mutuamente em contexto urbano, em espaços públicos de grande circulação, misturando-se à paisagem local (sonora, humana, arquitetônica, social). Não é possível saber, ao certo, o que emerge de dentro da multidão. O que se sabe é que, de vez em quando, não convém permanecer por muito tempo em silêncio, pois é urgente mover, dobrar(-se), friccionar, atar, ocultar, revelar, desviar, dizer e não apaziguar.
Ficha Técnica | Direção: Luciana Bortoletto | Criadores-intérpretes: Edi Cardoso, Luciana Bortoletto, Izabel Martinelli, Mônica Caldeira, Rodrigo Rodrigues | Provocadores convidados: Érika Moura, Fabrice Ramlingom, Luis Louis, Robson Lourenço, Rogério Tarifa e Valeria Cano Bravi | Figurinos: …AVOA! Núcleo Artístico e Telumi Hellen | Fotografia: Silvia Machado | Produção: Bufa Produções – Aline Grisa | Assistentes de Produção: Bufa Produções / Felipe de Galisteo e Santhiago Nery
29 de novembro de 2017
CRD –  Sala Cênica | 19H | 50 minutos | Livre
Ballet Stagium | Ballet Stagium 46 anos – Memória e Preludiando
Memória é um trabalho de resgate da produção artística do Stagium ao longo destes 46 anos. Os bailarinos se transportam para algumas das propostas do Stagium exploradas desde a sua fundação em 1971. De obras como Jerusalém, de 1974, que recebeu na época o Grande Prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), o espetáculo dá um salto para Kuarup, de 1977, que denuncia o genocídio das nações indígenas no Brasil. Na sequência, obras como Coisas do Brasil, de 1979, e Saudades de Elis, de 1997, além de produções que evocam as músicas de Piazzola, Ary Barroso e Chico Buarque, também compõem esta síntese da história do Stagium. É o Stagium em constante trânsito entre tradição e ruptura, resgatando a si próprio numa emocionante viagem no tempo. Já Preludiando, trabalho de 2016, mais do que uma coreografia, é uma tomada de posição. A prioridade está nos bailarinos e nos movimentos que eles desenham no espaço com força e emprenho, e chama a atenção para a maneira de lutar pela sobrevivência sem abrir mão de seus valores.
Ficha Técnica – Ballet  Stagium | Direção: Marika Gidali e Décio Otero | Memória
Colagem coreográfica das principais obras do Ballet Stagium | Coreografias: Décio Otero
Direção Teatral: Marika Gidali | Edição da trilha sonora e projeção: Marcelo Aharon Gidali
Desenho de luz: Décio Otero e Marcelo Aharon Gidali |Bailarinos: Ariadne Okuyama, Marcos Palmeira, Gustavo Lopes, Eugenio Gidali, John Santos, Luiza Vilaça, Pedro Vinícius Bueno, Julia Araujo, Roberta Ramos, Leila Barros, Nayara Rodrigues, Giovanna Acácio
30 de novembro de 2017 
CRD – Sala Cênica | 19h | 50 minutos | Livre
Key Zetta e Cia | Riso
Quedas do céu ideal, subidas dos fluxos incontinentes, tudo dança na superfície do corpo do humor. O riso desmede, desmente faz dos limites do corpo e do pensamento passagens, onde ressoam coexistindo a diversidade de suas tonalidades intensivas, da carência a fixação ideal, da elevação ao desmoronamento, do desespero ao esgotamento, do intolerável ao grito animal, nada sobra, o que resta? A graça emerge de uma fonte inesgotável, manancial incomensurável que excede e transborda os fluxos das relações humanas sem poder ser julgado. E transborda entre passagens melódicas e tonalidades do ânimo, seja do riso opaco da comédia ao riso dionisíaco, trágico, translúcido e inversamente: dessa nascente da graça entrevemos a gravidade dos extremos, do alto e do baixo, através dos agudos contrastes. Do faceiro ao triste, do fabuloso espelho ao esgotamento do depressivo, da polidez ao intolerável, do cinismo ao grito, a graça transborda desmesurada e demolidora.
Ficha Técnica| Direção: Key Sawao e Ricardo Lazzetta | Criação e Dança: Beatriz Sano, Carolina Minozzi, Key Sawao, Maurício Flores e Ricardo Lazzetta | Espaço Cênico e Coordenação de Arte: Hideki Matsuka | Encontros intensivos: Nadja Naira, Gustavo Miranda, Luiz Fuganti | Luz: Domingos Quintiliano | Som: Tom Monteiro | Figurinos: Alex Cassimiro | Vídeo: Doctela | Fotos: Inês Corrêa | Design Gráfico: Érico Peretta e Hideki Matsuka (fotos) | Produção: Núcleo Corpo Rastreado
30 de novembro e  01, 07 e 08 de dezembro  de 2017 | 20h
02 e 09 de dezembro  de 2017 | 18h
Oficina Cultural Oswald de Andrade | 45 Minutos | 18 anos
Marta Soares | Bondages
O espetáculo solo Bondages tem como ponto de partida uma série fotográfica desenvolvida pelo fotógrafo surrealista alemão Hans Bellmer nos anos 50, que teve como objetivo submeter o corpo feminino a uma experimentação direta. Na cena, a artista Marta Soares explora amarrações no seu próprio corpo em uma reencenação do ato fotográfico que Bellmer realizou no corpo de Única Zurn, como uma desfetichização desse ato, o de amarrar-se a si mesma.
Ficha Técnica | Concepção/Direção: Marta Soares | Performance: Marta Soares | Assistência de Direção: Danielli Mendes | Dramaturgia: Bruno Levorin | Desenho de Luz: Aline Santini | Objetos Cênicos: Guilherme Pardini e Marcelo Venzon | Produção Executiva: CAIS Produção Cultural | Produtores: Beto de Faria e José Renato Fonseca de Almeida
01 de dezembro  de 2017
CRD – Sala Cênica | 19h | 45 minutos | 16 anos
Cia Carne Agonizante | Não te Abandono Mais, Morro Contigo
Não te Abandono Mais, Morro Contigo apresenta dois amantes cansados e desiludidos pelo fim de uma paixão que se diluiu por conta da inevitável ação do tempo. O que prevaleceu foi o amor, como sentido de ausência de toda esperança. Ambos já estão mortos desde o momento em que se olham e se tocam. Suas almas já partiram cabisbaixas para o desc

 

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