7º forinho

VII forinho: o Brincar, a Improvisação e a Dança

Um espaço de troca e reflexão sobre temas relevantes sobre corpo, movimentos e infância.

Junho de 2020

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forinho

É um espaço para reflexão e discussão sobre temas relevantes da dança, da educação e da infância. O forinho, como apelidamos carinhosamente nosso Fórum, é destinado à profissionais das artes, educadores e interessados na cultura da infância.

Idealizado pela Balangandança Cia., chega a sua 7a edição e desde o começo contou com a participação de profissionais que trabalham e refletem sobre o Brincar, a Improvisação e a Dança para crianças.

O forinho é um convite ao encontro.

Compartilhar reflexões inerentes à dança, arte e educação no contexto atual.

Hoje o fórum MESA chega a sua sétima edição, acompanhado de EXTENSÕES com a MESA FORA DO CENTRO, do encontro DANDO ASAS à CRIAÇÃO e da conversa Caminhos da Pesquisa: CORPO NATUREZA. E também o espetáculo “Ninhos” performance para grandes pequenos” disponível aqui no site no mês de junho para apreciação de toda família e profissionais interessados. Além disso, sua abertura e exibição está vinculada com as temáticas propostas em EXTENSÕES.

O Fórum – forinho: o Brincar, a Improvisação e a Dança para crianças, salienta a importância de realizar pontes entre a teoria e a prática, fomentando discussões junto a profissionais das áreas de arte, cultura, educação, pais e interessados na infância.

Pequeno Histórico

forinho: MESA e EXTENSÕES

O forinho  é uma proposta de reflexão e espaço de debates sobre a dança, o brincar e a improvisação que teve início em 2010 e desde então vem tendo grande repercussão e demanda de público. A partir da quinta edição houve a ampliação das ações de reflexão e formação chamada de EXTENSÕES.

O primeiro forinho MESA contou com a participação de Maria Amélia Pereira, que falou sobre o Brincar, Beth Bastos, que abordou o tema Dança para Crianças e Ana Teixeira, falando sobre Improvisação. A segunda e terceira edições respectivamente contaram com Renata Meirelles e Gandhy Piorski (CE), que falaram sobre o Brincar, Lenira Rangel e Uxa Xavier, que abordaram o tema Dança para Crianças e Helena Katz e Cristiane Paoli Quito, falando sobre Improvisação. A quarta edição contou com Marcos Ferreira-Santos, Christian Duarte e Daraína Pergnolatto (GO). Na quinta: Lydia Hortélio (BA), Dududde Hermman (BH) e Andréa Fraga (SP) compartilharam suas inquietações sobre os temas discutidos. Na sesta edição realizada em 2017, tivemos o prazer de ouvir Flor Delgado (URU), Jussara Miller (SP) e Adriana Friedmann (SP). Todas as edições ocorreram em parceria com o Itaú Cultural.

A mediação do forinho é realizada por Georgia Lengos, que em 2010 recebeu o Prêmio APCA 2010 de melhor iniciativa em Dança pela programação de Dança para crianças do Itaú Cultural – sob sua curadoria e de Renata Bittencourt.

Siga nossa programação

Dia 13 de Junho, às 15h.

MESA FORA DO CENTRO

Encontro com Soraya Chung Saura

Olhar o brincar: aprender e apreender o mundo com olhos infantis

Como observamos o brincar e aprendemos com ele? Enxergar não é um atributo exclusivo da visão. Quando perguntamos a uma criança se ela quer ver algo, ela imediatamente estende as mãos! Como não admirar esta forma de enxergar? Esquecemos-nos dela com o esforço da racionalidade, com a desvalorização dos saberes corporais. Como perceber o brincar e o que ele nos mostra?

Acesse o texto: Olhar o brincar- aprender e apreender o mundo com olhos infantis

Soraia Chung Saura

É bacharel em Filosofia -USP, com Mestrado e Doutorado em Antropologia do Imaginário (FE-USP). Docente e orientadora na Faculdade de Educação e na Escola de Educação Física e Esporte da USP, desenvolve pesquisas sobre saberes corporais, do brincar ao esporte, com ênfase antropo-filosófica, sobre as quais possui diversas publicações.

Programação em parceria com o Centro de Excelência em Primeira InfânciaIBEAC Parelheiros.

Dia 16 de Junho, às 19:30.

Conversa – DANDO ASAS  À CRIAÇÃO

Com Dafne Michellepis, Maristela Estrela, Coré Valente, Alan Scherk e Junão Ferreira, artistas criadores do espetáculo “ninhos, performance para grandes pequenos.

Artistas que fazem parte da trajetória da Balangandança Cia. se encontram para falar sobre sua relação com o processo de criação e de suas participações no espetáculo “ninhos, performance para grandes pequenos”.

A relação corpo, pesquisa cinética e poética e a relação entre o brincar e a improvisação na dança para crianças da companhia são pano de fundo para essa conversa, além da experiência de circulação pelo projeto Sesc Palco Giratório no ano de 2017 por treze Estados e quarenta cidades.

Dia 20 de Junho às 15h.

Caminhos Da Pesquisa: CORPO NATUREZA

O olhar e a escuta da/por crianças de diferentes habitats nos processos investigativos/ criativos e transformadores da linguagem artística da Balangandança Cia. dos últimos 04 anos, em que a companhia se adentrou na relação corpo, natureza e imaginário em contato com crianças indígenas, caiçaras e paulistanas.

Com Georgia Lengos e integrantes da Balangandança Cia.: Alexandre Medeiros, Clara Gouvêa, Ciro Godoy e Isabel Monteiro

Dia 27 de junho às 15h.

 7º forinho – MESA

O Brincar, a Improvisação e a Dança para Crianças  

O Brincar: Corpo preparado, alma protegida: uma pesquisa sobre infância entre o povo indígena Yudja

Para o povo Yudja, habitante do Parque Indígena do Xingu, a criança quando brinca é sinal que goza de saúde. Entre eles, a infância é um período especial para preparação do corpo para enfrentar os desafios que a vida da floresta impõe. O ciclo de crescimento humano é  acompanhado pela Lua, pelos elementos da natureza e pelo brincar. A criança aprende pela experiência do seu corpo e pela vivência da liberdade. Esses são  elementos fundamentais para a construção de sua autonomia.

Paula Mendonça

Mestre em Educação pela Universidade de São Paulo com pesquisa sobre cultura da criança, é assessora pedagógica do programa Criança e Natureza do Instituto Alana. Atuou cerca de dez anos no Parque do Xingu pelo Instituto Socioambiental. É codiretora do curta metragem Waapa, uma correalização do Território do Brincar e do Instituto Alana. É mãe da Nina e da Luana.

A Improvisação: O Brincar do Viver, improvisação, negócio sério

“E o brincar do viver”, frase ouvida do meu pai, diante de uma mesa alegre de amigos, comida e bebida. Improvisação durante muitos anos, foi, talvez ainda seja, dependendo da ocasião, tratada com muito preconceito e resistência. Passei muito tempo defendendo sua seriedade e profundidade, assim como a importância da arte e cultura. Mas existe algo mais sério do que brincar, de improvisar, de criar e talvez saber-se?

Acesse o texto: IMPROVISAÇÃO

Isabel Tica Lemos

É a introdutora do contato-improvisação no Brasil. Uma das Fundadoras do Estúdio Nova Dança e da Cia Nova Dança 4 em SP. Fundadora e diretora do Núcleo Juanita. Professora 5º dan de aikido, aikikai japão e professora hakama de kinomichi. Ganhadora de diversos prêmios por seus trabalhos em dança. Ama capoeira e coentro e atualmente mora na Bahia.

A Dança: Corpo-casa da dança com as Lúdicas brasileiras

Narrativas sobre a improvisação com crianças no espaço do ensino formal. Há 24 anos tenho desenvolvido a comunicação por meio da linguagem do corpo e do movimento com dança. No espaço e tempo de cada grupo, percursos educativos são vivenciados com as lúdicas brasileiras, os princípios do movimento e a dança. A experiência de improvisação é facilitada com ações e gestos acionados pelo imaginário do assunto surgido no momento do encontro-aula, onde o Corpo-casa é habitado de forma híbrida.

Acesse o texto: Corpo-casa da dança com as Lúdicas brasileiras

Elizabeth Menezes

Intérprete – criadora e educadora em dança. Desenvolve uma linguagem corporal contemporânea unindo danças tradicionais, cultura da infância  e princípios da arte do movimento de Rudolf Laban, há trinta anos. É mestranda em Artes no Instituto de Artes da UNESP/SP; pós-graduada em Educação Lúdica pelo Ensino Superior de Educação Vera Cruz e licenciada em Dança e Movimento pela Universidade Anhembi Morumbi. Integrante do Grupo Kambaiá de Moçambique de Bastão. Leciona dança na educação infantil na Escola Vera Cruz, desde 1996.

Mediação

Georgia Lengos

Graduada em Dança (UNICAMP) é criadora e diretora da Balangandança Cia. Foi colaboradora do Estúdio Nova Dança, integrante da Cia Oito Nova Dança e professora do Colégio Oswald de Andrade. Curadora de programações e autora de textos na área.

Balangandança Cia.

Criada e dirigida por Georgia Lengos é composta atualmente por Alexandre Medeiros, Clara Gouvêa, Ciro Godoy e Isabel Monteiro. O projeto Feito de quê? corpo, o espaço que habito (2019-2020) conta com a participação de Jean Salustiano. A Balangandança Cia. pesquisa, pensa e cria dança para crianças há 23 anos. Trabalho continuado e pioneiro no Brasil em que o corpo, o brincar, a reflexão e o respeito pela criança são eixos norteadores. Com diversas premiações em sua trajetória a Cia. também realiza ações que fomentam a produção e discussão sobre o assunto, o que vem contribuindo para a transformação do cenário nacional nesta área.

Idealizado e realizado pela Balangandança Cia. o Fórum “VII forinho” MESA e EXTENSÕES é uma das ações gratuitas do  projeto “Feito de quê? corpo, o espaço que habito“. Esse projeto é realizado com o apoio do Programa Municipal de Fomento à Dança para cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.